*Batimentos cardíacos uivam contra sua própria existência,
Valores vão contra toda aquela sua essência
Que pensava ser cética em relação à sua permanência.
*Agora não bastava apenas ter encontrado a verdade,
Mas também encontrou em sua profunda intimidade
Pensamentos que a levaram a crer que achara sua identidade.
*Passeava pelas noites em busca de sua descoberta,
Mas passava sozinha por entre as ruelas desertas,
Já que não serviam como companhia aquelas belas e feras.
*E em corações dilacerados pelo chão do quarto,
Pegou uma caneta e escreveu sobre o opaco
Que de vez em quando atendia por "passado".
*Tendo abaixado a cabeça para as frases,
Percebeu que só sabia falar de já passadas fases,
E que era desta forma que acertava os encaixes.
*Não sabe rimar, mas rima;
Não sabe escrever, mas escreve;
Não sabe sentir, mas sente.
*Por esta teimosia
É que ela continua viva.
É o que surge a partir de pensamentos aleatórios no meio da noite e uma tarde completamente sozinha com uma caneta e um violão.
Sobre o opaco
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Maíra
terça-feira, 27 de abril de 2010
às 16:28 1 comentários Marcadores: esconderijo, inverno, passado, vidaA metáfora do chiado da TV
Eu via pessoas trocando de canal a cada momento, e eu me perguntava porque era tão difícil para elas achar o certo. Eu criava teorias na minha cabeça de criança para tentar entender porque ninguém ficava satisfeito com o primeiro canal que aparecia ao ligarem a televisão, mas eu não conseguia entender...
Então eu cresci. Liguei minha TV.
Talvez eu tivesse à minha disposição vários canais que eu devesse olhar. Mas eu não queria. Quando me vi, estava admirada em assistir a um canal que eu jamais pensei que viria a ser do meu interesse. O sinal não era muito bom, mas não me atrevi a mexer na antena para ver no que dava. Eu fiquei feliz ao ouvir aquele chiado. Eu fiquei feliz... Ah, eu fiquei. Não queria admitir, mas acabei aceitando comigo mesma.
— Esse chiado não está certo... Troque de canal, esse barulho deveria ser irritante pra você.
— E se eu gostar do chiado? E se eu não quiser trocar de canal mesmo que meus ouvidos fiquem incomodados?
— Você não faz sentido.
— Vocês é que não sabem viver.
Eu prestava atenção ao chiado e ao chuvisco cinza da tela. Talvez eu me importasse mais do que eu deveria. Eu gostava até. Então eu pensava comigo mesma se não deveria segurar firmemente o controle da televisão, tomar coragem e trocar de canal, mas eu não queria.
E sabem aquelas teorias que eu formulava na minha cabeça? Eu ainda formulo algumas para tentar entender porque as pessoas insistem em querer mudar sempre o canal, a posição da antena ou até a televisão. Acho que eu vou demorar para entender as pessoas.
Só sei que eu ainda fico bem ouvindo o chiado do meu canal preferido.
A casa, a porta, o capacho
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Maíra
quarta-feira, 14 de abril de 2010
às 18:18 2 comentários Marcadores: amor, sonhos, vidaOlhei para o relógio — 7 da manhã. Você poderia dizer que eu cheguei cedo, e, de fato, cheguei. Mas eu não parecia me importar, mas já sabia que você ia. Eu também sabia que você não poderia me atender ainda, não naquele horário. Mas eu não me importei, subi os pequenos degraus, me deparei com a sua porta. Eu tinha medo, mas tentei parecer decidida no que fazia.
Talvez não fosse muito tranquilizador o fato de que em alguns segundos eu tocaria a campainha e esperaria você abrir a porta. Talvez não fosse muito animador o fato de que você não poderia me atender ainda. Ignorei os seus vizinhos que saíam para trabalhar enquanto me diziam que eu não deveria ter chegado tão cedo. Eu ignorei tudo, ainda ignoro.
O capacho que se encontrava em frente à sua porta não era dos mais convidativos, mas eu não me importei. O capacho não ia me servir de nada, talvez servisse para as pessoas que prestavam atenção nele. Você sempre usou aquele capacho lá, e nunca fez questão de que gostassem dele. Nem eu fiz questão de adorá-lo, até porque, como eu disse, o capacho não me importava muito.
Eu esperei e esperei lá fora. Os raios de sol daquela manhã atingiam meu rosto e me revigoravam, mesmo quando eu sabia que eu teria que esperar mais do que eu queria para que você abrisse a porta. Você estava lá, mas eu sabia que não podia me atender.
Então eu ouvi sua voz gritando lá de dentro que talvez eu devesse ir embora ao invés de esperar horas e horas para que você pudesse me atender. Eu assenti. Cheguei à conclusão que não valeria a pena esperar lá em pé enquanto você não poderia aparecer de frente pra mim. Então eu voltei pra minha casa do outro lado da rua, mas continuei olhando da minha janela para a sua em busca de um único sinal de que você estava abrindo a porta.
E apesar de não saber quando eu vou poder voltar a tentar te fazer uma visita, eu jurei a mim mesma que olharia no relógio cada segundo que passasse para que eu pudesse voltar à sua casa no momento mais adequado possível.
A jovem e o velho
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Maíra
quinta-feira, 8 de abril de 2010
às 15:35 0 comentários Marcadores: fuga, insegurança, vida
Tu corres no meio dessas ruas desertas no meio da madrugada. Teus passos são pesados e quando atingem o chão, fazem a água das poças te molhar. Tu te refoges em teu lar esperando que a jovem e robusta felicidade não bata à tua porta. Tu pensas que precisa fugir de tudo o quê te faz sofrer, mas te enganas quando acha que a jovem que te procura quer te arruinar. O quê te destrói é o medo, e ele está te corroendo, criança. Ele te corrói com tudo o quê traz consigo para te impedir de viver.
A jovem bate à tua porta e tu te preocupas mais em preparar o calabouço para ela do que recebê-la com alegria. Mesmo que tentasses lembrar de como é receber a felicidade com um sorriso no rosto, não conseguirias, porque é essa tua visita que te permite sorrir de modo sincero.
E eu te digo também: tranque o velho e rabugento medo sem pão nem água no calabouço mais longe de teu coração e recebe a felicidade de braços abertos. O medo tem idade avançada e está frágil, tu podes combatê-lo pelo menos dentro do teu lar.
Sorri e aproveita a estadia da bela jovem.
— Medo de quê?Medo de ser feliz. Medo é a erva daninha presente em teu coração que só faz com que tudo de bom que tu já viveste apodreça. Medo é o quê te faz pensar que aquela jovem chamada felicidade que corre atrás de ti é que corrói o teu coração puro. Medo é o quê te ilude. E eu te digo: tu tens medo de ter medo, e isso faz este velho se enraizar em ti.
A jovem bate à tua porta e tu te preocupas mais em preparar o calabouço para ela do que recebê-la com alegria. Mesmo que tentasses lembrar de como é receber a felicidade com um sorriso no rosto, não conseguirias, porque é essa tua visita que te permite sorrir de modo sincero.
E eu te digo também: tranque o velho e rabugento medo sem pão nem água no calabouço mais longe de teu coração e recebe a felicidade de braços abertos. O medo tem idade avançada e está frágil, tu podes combatê-lo pelo menos dentro do teu lar.
Sorri e aproveita a estadia da bela jovem.
Andorinhas do amor verdadeiro
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Maíra
terça-feira, 6 de abril de 2010
às 19:57 0 comentários Marcadores: amor, conversa, vida
*''Andorinhas do amor verdadeiro''
*Ela nasceu, cresceu, viveu e se deparou com os desafios da vida. Lutou, caiu e levantou. Conseguiu bater as asas pela primeira vez na vida, e decidiu levantar voo, para buscar novos ares, novos sabores..
*Quis levantar em direção ao desconhecido, ao novo. Lutou contra todas as adversidades e foi em busca de um sonho: descobrir o que era sentir.
*Em uma noite nublada, finalmente encontrou a face do amor verdadeiro, e mesmo com toda conturbação decidiu parar e pensar em tudo. Queria que alguma coisa fizesse sentido, mas ela não sabia que algumas coisas na vida simplesmente não tem explicação, e ninguém precisa saber. Ninguém precisa entender o porque de ser uma andorinha, basta apenas ser..e fazer disso o melhor possível no mundo para que todos sintam a presença e a beleza de seu bater de asas por ai. O céu nublado se abriu, e ela chorou por finalmente entender o porque de sua existência. Desejava não acabar com aquele momento nunca.
*Chegou ao topo do mundo, respirou o ar fresco, decidiu sentir e viver para sentir..colocando o coração em primeiro lugar, tendo sua pureza e sensibilidade como principais características para o resto de sua vida. A chuva lavou suas lágrimas, e ela voltou para sua longa jornada.
*A andorinha sempre soube que um dia iria ter que voltar...
*Ela nasceu, cresceu, viveu e se deparou com os desafios da vida. Lutou, caiu e levantou. Conseguiu bater as asas pela primeira vez na vida, e decidiu levantar voo, para buscar novos ares, novos sabores..
*Quis levantar em direção ao desconhecido, ao novo. Lutou contra todas as adversidades e foi em busca de um sonho: descobrir o que era sentir.
*Em uma noite nublada, finalmente encontrou a face do amor verdadeiro, e mesmo com toda conturbação decidiu parar e pensar em tudo. Queria que alguma coisa fizesse sentido, mas ela não sabia que algumas coisas na vida simplesmente não tem explicação, e ninguém precisa saber. Ninguém precisa entender o porque de ser uma andorinha, basta apenas ser..e fazer disso o melhor possível no mundo para que todos sintam a presença e a beleza de seu bater de asas por ai. O céu nublado se abriu, e ela chorou por finalmente entender o porque de sua existência. Desejava não acabar com aquele momento nunca.
*Chegou ao topo do mundo, respirou o ar fresco, decidiu sentir e viver para sentir..colocando o coração em primeiro lugar, tendo sua pureza e sensibilidade como principais características para o resto de sua vida. A chuva lavou suas lágrimas, e ela voltou para sua longa jornada.
*A andorinha sempre soube que um dia iria ter que voltar...
— O que tu faz quando abraça alguém com todas as forças pra não deixar alguém ir, mas ela se vai do mesmo jeito?
— Escuto City and Colour. Partidas são inevitáveis. ''A andorinha sempre soube que um dia iria ter que voltar pra casa...''.
— A gente só não pode cortar as asas da andorinha pra ela não poder mais voar.
— A andorinha deve voar pra mostrar ao mundo a beleza de seu bater de asas..não podemos impedir ela de sonhar, sonhar com ares mais puros e lugares mais calmos..http://www.fotolog.com.br/thunderwaves , o guri do coração puro.
Egoísta, clichê e dislexo
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Maíra
domingo, 4 de abril de 2010
às 23:27 0 comentários Marcadores: amor, egoísmo, saudade, vida
Eu te vi, e eu também te olhei;
Eu te senti, tu me sentiste.
Eu achei que tinha te sentido, e eu tenho certeza que eu senti;
Eu achei que tu tinhas me sentido, e eu tenho dúvidas quanto a isso.
Eu corri em tua direção quando tu já vinhas caminhando;
Eu abri meus braços quando tu já me abraçavas -
Eu te abracei, eu só não quis te soltar;
Eu continuei te abraçando, mas tu tiveste que ir.
Eu segui um caminho diferente do teu, mas paralelo.
Eu continuo esticando meus braços tentando te alcançar enquanto tu não vês;
Eu escondo-os quando tu olhas para mim.
Eu já não me lembro como é andar sozinha novamente.
Eu, sempre "eu". Sempre "tu". Sempre e nunca.
Eu.
Eu te senti, tu me sentiste.
Eu achei que tinha te sentido, e eu tenho certeza que eu senti;
Eu achei que tu tinhas me sentido, e eu tenho dúvidas quanto a isso.
Eu corri em tua direção quando tu já vinhas caminhando;
Eu abri meus braços quando tu já me abraçavas -
Eu te abracei, eu só não quis te soltar;
Eu continuei te abraçando, mas tu tiveste que ir.
Eu segui um caminho diferente do teu, mas paralelo.
Eu continuo esticando meus braços tentando te alcançar enquanto tu não vês;
Eu escondo-os quando tu olhas para mim.
Eu já não me lembro como é andar sozinha novamente.
Eu, sempre "eu". Sempre "tu". Sempre e nunca.
Eu.
Espaço
O homem perfeito, eu sonhava com ele. Imaginava suas qualidades, seus defeitos. Tudo aquilo desabou. Eu até hoje não sei se foi bom ou não.
Foi quando eu me vi saindo de casa, me arriscando no desconhecido. Desisti do que eu conhecia, pra me atirar de corpo e alma no que eu nem ao menos sabia como lidar, mas me encantava. Eu não sei se fiz certo ou se fiz errado, e não me importa muito. Mesmo que tenha sido o errado, foi o errado certo.
E então, eu que sempre me apeguei ao previsível, não consegui me soltar do que eu jamais imaginei que ia querer por perto. E vai ver é justamente por eu não entender até hoje o que aconteceu que eu seja tão hipnotizada com tudo.
Foi quando eu entreguei a chave de tudo o que eu tinha pra um total anti-herói.
Você é o encontro, eu sou o desencontro. Ou o contrário. Tanto faz. Só precisamos seguir a regra de que somos totalmente diferentes para nos completarmos.
Com isso, só quero pedir para que de alguma forma eu não me perca mais no espaço. Só quero saber o caminho certo, ou se vale seguir pelo errado. Quero saber se devo agir ou deixar o tempo fazer isso. Eu quero o controle da minha vida de volta, que eu tinha até conhecer você.
Eu minto quando digo pra mim mesma que não é nada além de saudade. Eu minto quando digo que eu consigo aguentar só porque sempre aguentei. Eu sou egoísta e quero a sua chave, mas também me contradigo quando falo que quero sua felicidade. Eu sei que não dá mais para querer os dois. Mas eu sou egoísta.
Eu deixei minha alma contigo, e não tenho coragem de pedir de volta. Não tenho coragem nem vontade.
Você não é nada do que eu queria antes, mas é tudo o que eu quero daqui pra frente.
Eu e eu conversando sobre saudade
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Maíra
quinta-feira, 18 de março de 2010
às 23:36 0 comentários Marcadores: conversa, eu interior, passado, saudade— Você sente saudades.
— Sinto. Mas não espalhe por aí. Não me deixe espalhar.
— Você sempre tenta parecer tão forte.
— Só eu mesma não me acho forte.
— Por isso eu não te acho.Suspirei. Me encontrei num estado que eu estava me escondendo, e queria que meu interior também se escondesse.
— Não quero ter saudades. Quero que você se convença de que é forte pra que eu também me convença. Daí eu posso convencer as pessoas.
— Por que quer tanto parecer forte para as pessoas?
— Sinceramente, não quero parecer forte, só não quero parecer fraca.
— E você acha que sendo forte, não vai sentir saudades?
— Eu esperava que as saudades ficassem mais fracas que eu, só isso.
— Por que saudades te incomodam tanto?
— Porque saudade é o meu passado querendo se tornar o meu presente e o futuro. E a minha vida, quem controla sou eu, não as saudades.
— Entendi...
— Vai me deixar não ser tão fraca e finalmente poder controlar as coisas?
— Eu bem queria... Mas desculpe, eu só sou a parte que sabe tudo de você — e você sente saudades.
— Pensei que você me ajudaria a controlar esse passado.
— Eu já te ajudei no possível e não adiantou muito.
— Então com quem eu falo?
— Com a pessoa que é seu passado e você quer que se torne seu presente de novo.
Fugindo do preto e do branco
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Maíra
segunda-feira, 15 de março de 2010
às 22:21 0 comentários Marcadores: esconderijo, fuga
Eu me escondo. Escondo-me dos lugares, escondo-me dos encontros, escondo-me nos desencontros. Me escondo de você, e conseqüentemente escondo-me em mim. Escondo-me de mim. Me escondo do preto, e tenho medo do branco.
Me escondo de tudo.
Entro em fuga de algo desnecessário, apenas pela voz que diz para correr.
Por que? Eu acabei de desistir do meu passado para garantir meu futuro! Mas continuo fugindo. Do quê? Eu não sei. Para onde? Sei menos ainda. É só uma corrida para me manter segura, pena que não sei o quê pode vir a me machucar. E de novo, eu me escondo do quê eu nem sei o quê é.
Não, nada errado. Só penso muito, talvez mais do quê eu deveria; ou talvez eu só me esconda em pensamentos inacabados. Vai saber... Acho que eu ando me escondendo da razão também.
Me escondo de tudo.
Entro em fuga de algo desnecessário, apenas pela voz que diz para correr.
— Ainda há tempo para correr... Você tem uma vida toda para fugir. Não se canse agora.
Por que? Eu acabei de desistir do meu passado para garantir meu futuro! Mas continuo fugindo. Do quê? Eu não sei. Para onde? Sei menos ainda. É só uma corrida para me manter segura, pena que não sei o quê pode vir a me machucar. E de novo, eu me escondo do quê eu nem sei o quê é.
— Algo errado?
Não, nada errado. Só penso muito, talvez mais do quê eu deveria; ou talvez eu só me esconda em pensamentos inacabados. Vai saber... Acho que eu ando me escondendo da razão também.
Sobre painéis, pincéis, cores e mãos amigas
Humanos não vivem sem carinho. Isso eu considero um fato. Já ouvi várias histórias de pessoas que começaram a ter problemas psicológicos por não ter alguém do seu lado. Como Lucas Silveira já disse (inclusive no post que eu "rebloguei" há algum tempo atrás), "nenhum ser humano é capaz de viver sem afeto. Se você acha que sim, pode fechar os olhos, pois você já morreu". Humanos nasceram para viver em conjunto e, principalmente, com afeto.
Como já mencionei algumas vezes antes, todos nós estamos aqui com um objetivo. Acredito que esse objetivo é ser feliz, e para isso, tentar realizar os nossos sonhos. Mas para que isso ocorra, é preciso amor. Não só amor a um namorado, amor aos pais... Amor a tudo. Não "amor" no sentido restrito da palavra - já que todos acham que amor é só o que pai/filho ou esposa/marido sentem -, mas "amor" no seu sentido mais amplo. Amor à vida, amor ao simples fato de termos uma vida para aproveitarmos, amor ao fato de que podemos ser felizes.
Mas convenhamos... a vida não fica melhor quando você olha para uma pessoa, pára e pensa que tem algo de diferente em você? Quando você pensa "tudo bem, o que eu sinto por ele é diferente de qualquer coisa"? Como se nossa vida fosse um painel, nossos sonhos fossem os pincéis, nossos amigos, as cores e essa pessoa especial fosse aquela mão que, quando você não sabe direito como pintar, segura a sua mão e te ajuda a formar um belo quadro. Vai do egoísmo de cada um aceitar ou não essa ajuda.
Particularmente, eu tenho conseguido pintar a minha trajetória, mas é claro que eu sinto falta de uma mão que me ajude a pintar sem medo do que pode acontecer, e que me faça rezar para que ela não me solte, pois parece que eu não vou mais saber fazer nem um bonequinho de palitos sem ela. Eu não acho que seja impossível viver sem essa mão, mas depois de um tempo, você perde a vontade de pintar sozinho. Cabe a cada pessoa não desistir de procurar outra para ajudá-la, porque algum dia a mão que encontraremos vai deixar de ser apenas uma parte do corpo pra se transformar em uma pessoa completa e que te completa. É quando vamos perceber que não precisamos procurar mais uma mão, pois já achamos a pessoa.
Como já mencionei algumas vezes antes, todos nós estamos aqui com um objetivo. Acredito que esse objetivo é ser feliz, e para isso, tentar realizar os nossos sonhos. Mas para que isso ocorra, é preciso amor. Não só amor a um namorado, amor aos pais... Amor a tudo. Não "amor" no sentido restrito da palavra - já que todos acham que amor é só o que pai/filho ou esposa/marido sentem -, mas "amor" no seu sentido mais amplo. Amor à vida, amor ao simples fato de termos uma vida para aproveitarmos, amor ao fato de que podemos ser felizes.
Mas convenhamos... a vida não fica melhor quando você olha para uma pessoa, pára e pensa que tem algo de diferente em você? Quando você pensa "tudo bem, o que eu sinto por ele é diferente de qualquer coisa"? Como se nossa vida fosse um painel, nossos sonhos fossem os pincéis, nossos amigos, as cores e essa pessoa especial fosse aquela mão que, quando você não sabe direito como pintar, segura a sua mão e te ajuda a formar um belo quadro. Vai do egoísmo de cada um aceitar ou não essa ajuda.
Particularmente, eu tenho conseguido pintar a minha trajetória, mas é claro que eu sinto falta de uma mão que me ajude a pintar sem medo do que pode acontecer, e que me faça rezar para que ela não me solte, pois parece que eu não vou mais saber fazer nem um bonequinho de palitos sem ela. Eu não acho que seja impossível viver sem essa mão, mas depois de um tempo, você perde a vontade de pintar sozinho. Cabe a cada pessoa não desistir de procurar outra para ajudá-la, porque algum dia a mão que encontraremos vai deixar de ser apenas uma parte do corpo pra se transformar em uma pessoa completa e que te completa. É quando vamos perceber que não precisamos procurar mais uma mão, pois já achamos a pessoa.
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