Andorinhas do amor verdadeiro

terça-feira, 6 de abril de 2010

0 comentários
*''Andorinhas do amor verdadeiro''

*Ela nasceu, cresceu, viveu e se deparou com os desafios da vida. Lutou, caiu e levantou. Conseguiu bater as asas pela primeira vez na vida, e decidiu levantar voo, para buscar novos ares, novos sabores..

*Quis levantar em direção ao desconhecido, ao novo. Lutou contra todas as adversidades e foi em busca de um sonho: descobrir o que era sentir.

*Em uma noite nublada, finalmente encontrou a face do amor verdadeiro, e mesmo com toda conturbação decidiu parar e pensar em tudo. Queria que alguma coisa fizesse sentido, mas ela não sabia que algumas coisas na vida simplesmente não tem explicação, e ninguém precisa saber. Ninguém precisa entender o porque de ser uma andorinha, basta apenas ser..e fazer disso o melhor possível no mundo para que todos sintam a presença e a beleza de seu bater de asas por ai. O céu nublado se abriu, e ela chorou por finalmente entender o porque de sua existência. Desejava não acabar com aquele momento nunca.

*Chegou ao topo do mundo, respirou o ar fresco, decidiu sentir e viver para sentir..colocando o coração em primeiro lugar, tendo sua pureza e sensibilidade como principais características para o resto de sua vida. A chuva lavou suas lágrimas, e ela voltou para sua longa jornada.

*A andorinha sempre soube que um dia iria ter que voltar...



— O que tu faz quando abraça alguém com todas as forças pra não deixar alguém ir, mas ela se vai do mesmo jeito?
— Escuto City and Colour. Partidas são inevitáveis. ''A andorinha sempre soube que um dia iria ter que voltar pra casa...''.
— A gente só não pode cortar as asas da andorinha pra ela não poder mais voar.
— A andorinha deve voar pra mostrar ao mundo a beleza de seu bater de asas..não podemos impedir ela de sonhar, sonhar com ares mais puros e lugares mais calmos..
 http://www.fotolog.com.br/thunderwaves , o guri do coração puro.

Egoísta, clichê e dislexo

domingo, 4 de abril de 2010

0 comentários
Eu te vi, e eu também te olhei;

Eu te senti, tu me sentiste.

Eu achei que tinha te sentido, e eu tenho certeza que eu senti;

Eu achei que tu tinhas me sentido, e eu tenho dúvidas quanto a isso.

Eu corri em tua direção quando tu já vinhas caminhando;

Eu abri meus braços quando tu já me abraçavas -

Eu te abracei, eu só não quis te soltar;

Eu continuei te abraçando, mas tu tiveste que ir.

Eu segui um caminho diferente do teu, mas paralelo.

Eu continuo esticando meus braços tentando te alcançar enquanto tu não vês;

Eu escondo-os quando tu olhas para mim.

Eu já não me lembro como é andar sozinha novamente.

Eu, sempre "eu". Sempre "tu". Sempre e nunca.

Eu.

Espaço

sexta-feira, 2 de abril de 2010

0 comentários
O homem perfeito, eu sonhava com ele. Imaginava suas qualidades, seus defeitos. Tudo aquilo desabou. Eu até hoje não sei se foi bom ou não.
Foi quando eu me vi saindo de casa, me arriscando no desconhecido. Desisti do que eu conhecia, pra me atirar de corpo e alma no que eu nem ao menos sabia como lidar, mas me encantava. Eu não sei se fiz certo ou se fiz errado, e não me importa muito. Mesmo que tenha sido o errado, foi o errado certo.
E então, eu que sempre me apeguei ao previsível, não consegui me soltar do que eu jamais imaginei que ia querer por perto. E vai ver é justamente por eu não entender até hoje o que aconteceu que eu seja tão hipnotizada com tudo.

Foi quando eu entreguei a chave de tudo o que eu tinha pra um total anti-herói.

Você é o encontro, eu sou o desencontro. Ou o contrário. Tanto faz. Só precisamos seguir a regra de que somos totalmente diferentes para nos completarmos.

Com isso, só quero pedir para que de alguma forma eu não me perca mais no espaço. Só quero saber o caminho certo, ou se vale seguir pelo errado. Quero saber se devo agir ou deixar o tempo fazer isso. Eu quero o controle da minha vida de volta, que eu tinha até conhecer você.

Eu minto quando digo pra mim mesma que não é nada além de saudade. Eu minto quando digo que eu consigo aguentar só porque sempre aguentei. Eu sou egoísta e quero a sua chave, mas também me contradigo quando falo que quero sua felicidade. Eu sei que não dá mais para querer os dois. Mas eu sou egoísta.

Eu deixei minha alma contigo, e não tenho coragem de pedir de volta. Não tenho coragem nem vontade.



Você não é nada do que eu queria antes, mas é tudo o que eu quero daqui pra frente.

Eu e eu conversando sobre saudade

quinta-feira, 18 de março de 2010

0 comentários
— Você sente saudades.
— Sinto. Mas não espalhe por aí. Não me deixe espalhar.
— Você sempre tenta parecer tão forte.
— Só eu mesma não me acho forte.
— Por isso eu não te acho.
Suspirei. Me encontrei num estado que eu estava me escondendo, e queria que meu interior também se escondesse.

— Não quero ter saudades. Quero que você se convença de que é forte pra que eu também me convença. Daí eu posso convencer as pessoas.
— Por que quer tanto parecer forte para as pessoas?
— Sinceramente, não quero parecer forte, só não quero parecer fraca.
— E você acha que sendo forte, não vai sentir saudades?
— Eu esperava que as saudades ficassem mais fracas que eu, só isso.
— Por que saudades te incomodam tanto? 
— Porque saudade é o meu passado querendo se tornar o meu presente e o futuro. E a minha vida, quem controla sou eu, não as saudades.
— Entendi...
— Vai me deixar não ser tão fraca e finalmente poder controlar as coisas?
— Eu bem queria... Mas desculpe, eu só sou a parte que sabe tudo de você — e você sente saudades.
— Pensei que você me ajudaria a controlar esse passado.
— Eu já te ajudei no possível e não adiantou muito.
— Então com quem eu falo?
— Com a pessoa que é seu passado e você quer que se torne seu presente de novo.



Fugindo do preto e do branco

segunda-feira, 15 de março de 2010

0 comentários
Eu me escondo. Escondo-me dos lugares, escondo-me dos encontros, escondo-me nos desencontros. Me escondo de você, e conseqüentemente escondo-me em mim. Escondo-me de mim. Me escondo do preto, e tenho medo do branco.

Me escondo de tudo.

Entro em fuga de algo desnecessário, apenas pela voz que diz para correr.

— Ainda há tempo para correr... Você tem uma vida toda para fugir. Não se canse agora.

Por que? Eu acabei de desistir do meu passado para garantir meu futuro! Mas continuo fugindo. Do quê? Eu não sei. Para onde? Sei menos ainda. É só uma corrida para me manter segura, pena que não sei o quê pode vir a me machucar. E de novo, eu me escondo do quê eu nem sei o quê é.

— Algo errado?

Não, nada errado. Só penso muito, talvez mais do quê eu deveria; ou talvez eu só me esconda em pensamentos inacabados. Vai saber... Acho que eu ando me escondendo da razão também.

Sobre painéis, pincéis, cores e mãos amigas

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

0 comentários
Humanos não vivem sem carinho. Isso eu considero um fato. Já ouvi várias histórias de pessoas que começaram a ter problemas psicológicos por não ter alguém do seu lado. Como Lucas Silveira já disse (inclusive no post que eu "rebloguei" há algum tempo atrás), "nenhum ser humano é capaz de viver sem afeto. Se você acha que sim, pode fechar os olhos, pois você já morreu". Humanos nasceram para viver em conjunto e, principalmente, com afeto.
Como já mencionei algumas vezes antes, todos nós estamos aqui com um objetivo. Acredito que esse objetivo é ser feliz, e para isso, tentar realizar os nossos sonhos. Mas para que isso ocorra, é preciso amor. Não só amor a um namorado, amor aos pais... Amor a tudo. Não "amor" no sentido restrito da palavra - já que todos acham que amor é só o que pai/filho ou esposa/marido sentem -, mas "amor" no seu sentido mais amplo. Amor à vida, amor ao simples fato de termos uma vida para aproveitarmos, amor ao fato de que podemos ser felizes.
Mas convenhamos... a vida não fica melhor quando você olha para uma pessoa, pára e pensa que tem algo de diferente em você? Quando você pensa "tudo bem, o que eu sinto por ele é diferente de qualquer coisa"? Como se nossa vida fosse um painel, nossos sonhos fossem os pincéis, nossos amigos, as cores e essa pessoa especial fosse aquela mão que, quando você não sabe direito como pintar, segura a sua mão e te ajuda a formar um belo quadro. Vai do egoísmo de cada um aceitar ou não essa ajuda.
Particularmente, eu tenho conseguido pintar a minha trajetória, mas é claro que eu sinto falta de uma mão que me ajude a pintar sem medo do que pode acontecer, e que me faça rezar para que ela não me solte, pois parece que eu não vou mais saber fazer nem um bonequinho de palitos sem ela. Eu não acho que seja impossível viver sem essa mão, mas depois de um tempo, você perde a vontade de pintar sozinho. Cabe a cada pessoa não desistir de procurar outra para ajudá-la, porque algum dia a mão que encontraremos vai deixar de ser apenas uma parte do corpo pra se transformar em uma pessoa completa e que te completa. É quando vamos perceber que não precisamos procurar mais uma mão, pois já achamos a pessoa.

It's a fairy tale. Or not.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

1 comentários
5 da madrugada. Ela revirava-se na cama, olhava para a janela. Buscava um apoio na imensidão do céu, e nenhuma estrela parecia se importar com ela. Ora, todas tão distantes, não pareciam se importar em iluminar sua visão. Pensara em planos fazia tanto tempo - e pensara em tantos -, que agora já não sabia qual destes escolher, ou qual seria mais certo. Todas as noites sonhava correndo em uma estradinha de terra cheia de pedras que a faziam tropeçar por diversas vezes. O sol escaldante sobre sua cabeça a fazia delirar e pensar em desistir de encontrar o seu algo no final. As poucas árvores vivas na beira da estradinha não a forneciam apelo diante do futuro incerto. Sentia-se sozinha. Então acordava com a sua própria imagem da desistência do futuro infernizando sua mente. Logo às 5 da manhã. Era tão cruel, nenhum de seus dias começava sem uma dúvida sobre si mesma e sobre o que deveria fazer para alcançar tudo que desejava. Jogava seu próprio corpo ao mundo como se fosse uma boneca, esperando apenas o que iam lhe dizer quando vissem uma faísca de esperança em seu olhar. Seu brilho no olhar já foi tão reprimido que desaparecera.
Então ela finalmente parou. Parou de ouvir o mundo, parou de interagir com o mundo, parou de tentar ser parte do mundo durante alguns instantes e se sentiu sem alma com toda a situação em que se encontrou. Apenas perdera o brilho no olhar porque não enxergava mais o seu maior objetivo. Percebeu naquele momento que pensara tanto nos meios que esquecera o final. Qual seria o final? Qual o final que ela desejava? Qual o final que não desejava?
Ela voltou a enxergar, sim, ela voltou. Voltou a viver, voltou a sonhar. Voltou a enxergar os seus sonhos de madrugada e não esquecê-los logo na manhã do mesmo dia. Percebeu que o erro fora dela; ter deixado terceiros a tornarem uma cega diante de seu próprio futuro. Eles não precisavam opinar em nada, a menos que ela pedisse.
Ela não queria viver em um mundo de fadas como todos achavam, era tudo um esboço do que queria que se transformasse em realidade. Ela não estava tentando fugir do mundo, mas sim torná-lo melhor para ela mesma.
Então, no final do dia, deitou-se e caiu rapidamente no sono. Sonhou coisas boas que a deixaram tranqüila. Teve certeza do que queria, e não parou de sonhar quando acordou; ao contrário, tranformou o sonho daquela madrugada em apoio pra o seu sonho de vida ideal.

whystopdreamingwhenyouwakeup?


foto encontrada em Let's Inspire - http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=14230211016759105396

2009-2010

sábado, 2 de janeiro de 2010

0 comentários
Tantas coisas boas; outras tão ruins. 2009 para mim foi assim - um misto de tudo e mais um pouco. Chorei muito, mas muito mesmo, mas também ri. Fui feliz na medida do possível e fui triste na época em que eu precisei, porque só assim eu pude crescer um pouco do que eu queria.

Digamos que eu senti tudo ao extremo. Ou muita alegria, ou muita tristeza. Eu quase nunca chegava a um meio termo disso e acabava sentindo duas coisas contrastantes, quando eu chegava, eu pensava: que coisa mais chata. Duas coisas totalmente opostas se anulavam de tal maneira para mim que eu não sentia nada no final. Não sentia que eu podia tornar aquele dia um aprendizado da mesma forma dos outros dias justamente por não sentir nada ao extremo. Eu sentia apenas que eu estava existindo, e não vivendo. Não que eu seja o tipo de pessoa que aproveita a vida ao máximo por aí e essas coisas, mas eu vivo. Vivo na medida em que eu fico satisfeita com isso e sinto que eu posso evoluir a partir daquele momento.

Mas sabe, eu evolui. Talvez para outra pessoa eu ainda pareça a mesma criança que depende dos outros, coisa que sempre fui. Mas eu vejo o mundo totalmente diferente do que eu vejo há exatamente um ano atrás. E eu fico satisfeita porque é justamente o que eu quero a cada ano que passa: crescer e ampliar minha visão do mundo. É assim que se deve viver.

E, bom, é um novo ano.

Sabe, ano novo não é a única data em que podemos recomeçar. Pode-se recomeçar qualquer dia de nossa escolha. Mas é bem mais fácil quando todos se propõem a recomeçar também, você não se sente sozinho nisso.

E com isso, eu pretendo mudar também. Como eu já devo ter dito, eu gosto de mudar. Sempre procuro o melhor que eu posso fazer para mudar para melhor para com o mundo e para comigo mesma. Por que, pensando bem, qual a graça de ver o mundo se movimentando e você continuar o mesmo? Vale a pena viver satisfeito com os próprios defeitos? A resposta é não. Não vale a pena. Estamos aqui para sermos felizes. Mas também para buscar um estado onde fiquemos bem. E é isso que movimenta a vida, movimenta o mundo, movimenta as pessoas, movimenta os sonhos - essa busca incessante. Não é questão de buscar ser perfeito, porque não existe perfeição. Perfeição e imperfeição são pontos de vista apenas. A questão é se sentir bem, e ser agradável a você mesmo. Saber o objetivo que cada um de nós deve ter. É algo grande, que não pode ser explicado, apenas se pode sentir.

Ano novo é a época de se refrescar com novas perspectivas, novos objetivos que contornam o objetivo maior. Não prometa mudar e esquecer de tudo depois. Se quer mudar, você deve achar que é para o seu próprio bem; se não achar de verdade, você vai esquecer. Quantas vezes você parou para pensar se estava caminhando da maneira certa, se estava agindo do modo correto? Todos nós deveríamos pensar nisso todos os dias, não só no ano novo. Não custa nada.

E com isso, eu começo mais um ano com alegria, tristeza, saudade (muita), amor. Espero que 2010 seja tão bom ou até melhor quanto 2009. Quero viver da mesma maneira que vivi o ano passado, quero viver extremos, quero crescer, quero fazer a diferença na vida de alguém, quero pensar todo dia no que eu fiz e no que eu posso melhorar, quero sonhar. Quero viver de acordo com os meus valores e os adequando a mim a cada dia.

Quero viver, é isso. Feliz 2010.

Anoitecer tem suas razões

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

0 comentários
E escureceu novamente. E não digo aquele escurecer em que podemos ver estrelas e dizer que o outro alguém está a ver... é o escurecer completo, o seu escurecer. Daqueles que nem a Lua pode te confortar, e o único apoio que você consegue é um batente de janela para poder olhar o céu a procura de alguma mínima estrela que volte a te dar um sentido do porquê.
Mas eu ando vendo o amanhecer... ainda está longe, mas eu olho no relógio e sei que ele está por vir. E eu não fico triste... nem pela escuridão nem pelo fato de tudo ter escurecido, eu sei que todo dia é acompanhado de uma noite. Nunca teremos um dia só com sol, como também nunca teremos só com noite.
O fato é que a noite deve ser utilizada à procura de estrelas que te deixem confortado até o amanhecer.

Família é para sempre

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

0 comentários

Passagem do tempo e mudanças andam juntas. Podem tanto te fazer feliz quanto te machucar. E elas sempre me machucam, eu não consigo evitar.
Dessa vez, quem está indo embora é a minha família. Não de sangue, mas a família que eu escolhi - meus amigos.
E em plena oitava série, com todo mundo estressado e tenso, nós sempre fomos tão próximos. Mesmo com brigas, discussões, sempre um ajudava o outro, principalmente nessa época em que a nossa cabeça fica tão confusa e o mundo nos manda crescer. Com toda a tensão dos concursos, a gente nunca se abandonou. Sempre nos ajudávamos. E isso era lindo. Éramos uma família, e vamos continuar sendo, porque família não acaba. É para sempre.
Tivemos apenas um ano juntos, mas eu posso dizer que foi o melhor ano da minha vida até agora. Mesmo com pessoas de diferentes colégios - e até colégios vizinhos ditos pelos próprios alunos como rivais -, pudemos firmar uma amizade muito forte, que eu sei que cada um pode sentir. Não só os alunos, mas cada professor que virou nosso amigo também. Seja no papel de pai (ou mãe, como a Roberta, haha) ou daqueles irmãos que vivem brincando com os outros (Franklin e Vanessa, dois casos perdidos...).
Foi um ano de muito estudo e com muitas coisas nos deixando pra baixo, mas ninguém deixava o outro desistir. E apesar disso tudo, também foi um ano de muitas amizades, muitas risadas, muitas zoações. E eu acho que é o tipo de tempo que nos faz perceber o quão amigos nós temos por perto, e eu posso dizer que eu tenho os melhores. Não são só companheiros de estudo ou colegas de turma, são amigos. São todos uma família de amigos.
Eu ainda quero comer muito pão-de-queijo com vocês, zoar com todo mundo, ficar chamando alguém de Mestre Yoda, tocar violão, brigar com os meninos quando eles jogam giz, deixar o Adolfo sozinho nas brincadeiras, chamar a Herika de palhaça, dizer que o Flávio é bombado, zoar o Franklin com aquelas coisas de historiador e todas as coisas que marcaram o pré esse ano.

Priscila, Daniel Araújo, Tatyane, Marina, Luiza, Isabelle, Nathália Kibe, Nathália Vasconcelos, Adolfinho hahah, Daniel Olímpio, Do Boteco, Fernando, David, Letícia e todos os alunos. E Vanessa, Bruce, Vinícius, Roberta, Karine, Léo (e até o Nilson, HAHAHAH) como nossos professores e pessoas que sempre nos apoiaram. E até a Tia Helena que sempre salvava a gente do calor ligando o ar, hahaha.
E também Renatinha, Ana Cláudia, Kenia, Paulo Victor e Márcio, que sempre foram MUITO especiais pra mim no colégio e, se não fosse por eles, também não chegaria onde eu cheguei.
Obrigada por tudo, e obrigada por me darem uma chance de poder realizar meu sonho de passar pra bons colégios, porque se não fossem por vocês, eu nunca teria passado e nunca teria feito amizades tão fortes. E obrigada especialmente ao Franklin e ao Romulinho, que me lembraram do porquê eu estar me esforçando tanto e por serem os melhores professores que eu já tive na minha vida. Vocês foram mais que professores, me ensinaram e me deram a chance de conquistar o que eu achava que era um sonho absurdo de alcançar. Eu nunca vou esquecer nenhum de vocês, que isso fique muito claro. O pré-técnico 2009 Gauzinho vai ficar para sempre, não importa quantos dias, meses ou anos passem. E se é pra todos seguirem seu rumo, então vamos segui-lo sabendo que cada um ganhou amizades muitos especiais esse ano e que elas vão ficar. E todos nós vamos conseguir nosso lugar ao sol um dia e dizer "PORRA, PASSEI NO CEFET!" hahaha.

Obrigada por serem minha família por todo esse ano e por toda a minha vida de agora em diante.